quarta-feira, 6 de novembro de 2013

È possibile oggi la vita mistica nel laico cattolico?

L'esperienza mistica e la contemplazione infusa.

È possibile oggi la vita mistica nel laico cattolico?

Diventare santi nel Secolo XXI

La guarigione integrale dell'uomo per la grazia di Gesù Cristo.

Madre Margarida De Brincat (1.862-1.952) : Como vão com nosso dulcíssimo Amante? Oh! Como é bom! Amemo-lo.

«Amemos o Amor!»



Madre Margarida, apaixonada por Jesus, seu doce Esposo Crucificado, soube construir a própria vida e aquela da Congregação sobre o Evangelho. Tal projeto evangélico de vida era iluminado e sustentado por um especifico ponto de referência inspiracional: colocar no centro de sua vida um amor ardente ao Sagrado Coração de Jesus na Eucaristia num ato de adoração, de louvor, de agradecimento, de imolação e de reparação.


Na sua correspondência, in modo particular nas cartas aos confessores e às co-irmãs, como também na recordação das irmãs que tiveram a sorte de viver com ela e que receberam a luz que irmanava do seu exemplo e das suas palavras, encontramos uma frase que resume toda a intensidade da sua vida espiritual: “Amemos o Amor!”.


Filha devota e seguidora fiel do seráfico Pai Francisco de Assis, que levava na alma um incêndio de caridade e pedia a Deus de poder “morrer de amor”, ela encarnou plenamente este espírito e no seu moto não fez outra coisa que repetir o suspiro do Pai Francisco.


“Amemos o Amor”. O Amor ao qual Madre Margarida se referia a quem desejava que tudo nela e nas suas irmãs fosse direcionado, não era algo de abstrato, terreno ou sentimental: era Deus mesmo, a Trindade Sacrossanta, o início e o fim de todos os seres, o ponto final dos desejos e dos ideais, Aquele que o nosso Pai São Francisco de Assis chamava: “Sumo Bem, todo bem” e ao qual dizia: “Tu somente és bom! Tu és caridade, amor!”.


Madre Margarida repetia: “O fruto do Amor é que muitas vezes me parece queimar... Oh, mergulhemos neste oceano de Amor infinito. Amemo-lo até a loucura! E quando seremos um só amor? Um só fogo? Uma só luz? Um todo?... Oh, como se sente cansado, exaurido o pobre coração de sua pequena filha!” São algumas das tantas frases que aparecem frequentemente nas suas cartas.


A fonte da qual surgia esta caridade era: uma fé profunda, simples, sem sombras e sem problemas, viva e vivida; uma esperança absoluta e sem oscilação, mesmo nos momentos mais críticos da vida. Sobre tal fundamento de fé e de esperança, se elevava uma humildade profunda e convicta, juntamente com uma luta contínua ao amor próprio, com um espírito de pobreza que beira os limites da suportação humana, com uma obediência que às vezes pareceu tocar o absurdo, com um amor à Regra e à Congregação que se estendia também aos mínimos particulares; ao mesmo tempo emitia uma caridade, imensa como o mar, em direção ao próximo especialmente à juventude pobre e abandonada, um ardente desejo missionário que a motivou a conquistar os continentes, um ardente amor à Igreja e ao papa, que se manifestou grande e comovente especialmente nos últimos anos da sua vida. Repetia com significativa freqüência: amemos o Amor. O Amor não é amado porque não é conhecido; façamo-lo conhecido e certamente será amado. Madre Margarida queimava de desejo de salvar as almas.


A personalidade de Madre Margarida e a sua espiritualidade são mensagens de amor. Toda a sua vida é a demonstração prática de um amor forte como a morte, que a guiou na subida de seu calvário e fez com que ela bebesse até o fim o cálice da dor, consumando assim o seu ardente desejo de dedicação a Deus e às almas.


Carta 71
J!M!J!F!
Casa de Adoração, 5 de dezembro de 1.924
Irmãs caríssimas em Jesus Hóstia,
Como estão? Como vão com nosso dulcíssimo Amante? Oh! Como é bom! Amemo-lo. Não vêem como passa o tempo e dentro em breve nos encontraremos com Ele para sempre! Como o tivermos servido, servir-nos-á Ele por uma eternidade. Como é pouco o que podemos fazer por seu amor, enquanto Ele fez muito, muito e faz e fará ainda!!...
Ai de mim! Não sei como nosso duro coração pode suportar, vendo tal excessivo prodígio de amor para com tão pobres criaturas, feito por tão santo e grande Senhor!! Como devemos maravilhar-nos ao ver um Deus três vezes santo, nascido numa gruta e que morre numa cruz no calvário. E permanece quase aniquilado numa pequena hóstia, etc. etc. O que lhes parece, caríssimas? Porque se fez tão pequeno? Por que se humilhou tanto? Por amor de nós, suas pobres criaturas. Para ganhar nosso mísero afeto... e depois não consegue tê-lo... Oh! Nigérrima ingratidão!... Quantas vezes nosso amor para com Ele será verdadeiramente cheio de nosso Eu?? Eh! Então Ele não terá nada! No entanto, é tão ciumento, que não suporta nenhuma mancha de outro afeto... E com razão, tendo todo o direito... E depois, não é talvez para nosso bem presente e eterno? Sim, sim, somente para nós... Ah! Procuremos compreender isso de uma vez por todas...

É preciso combater sempre contra nossa natureza decaída; é preciso sacrificar-nos
sempre, sempre morrer às nossas satisfações... às nossas más tendências. Jamais ceder às razões humanas nem às pretensões de nossa carne... Sempre para o alto o nosso coração, para o alto os nossos pensamentos e jamais nestas coisas baixas... Enquanto a graça divina nos permitir, olhemos sempre além do Etna, mais acima, mais acima: então não sentimos frio nem calor, mas um ar doce e suave. O santo Menino nos conceda uma pura faísca de seu fogo, que veio trazer à terra. É o que lhes deseja sua pobre, antiga
Madre Margarida.

Maria Madalena de Pazzi, o tesouro escondido na Igreja

 

Maria Madalena de Pazzi, o tesouro escondido na Igreja


Quatrocentos anos após sua morte, estudos e documentos inéditos lançam uma nova luz sobre a espiritualidade “pascal” e jubilosa da santa mística de Florença


de Chiara Vasciaveo
As anotações originais dos <I>Colóquios</I> de Santa Maria Madalena de Pazzi, encontradas em 2005 por Chiara Vasciaveo; Arquivo de Santa Maria dos Anjos, Florença
As anotações originais dos Colóquios de Santa Maria Madalena de Pazzi, encontradas em 2005 por Chiara Vasciaveo; Arquivo de Santa Maria dos Anjos, Florença
Em 25 de maio de 2007, celebrou-se o quarto centenário da morte de Santa Maria Madalena (1566-1607), carmelita florentina e mestre de vida espiritual. Tamanha era a fama de sua santidade entre o povo e o clero, que, muito cedo, em 1611, deu-se início a seu processo de beatificação. Em 8 de maio de 1626, foi proclamada beata por Urbano VIII e, em 28 de abril de 1669, canonizada por Clemente IX.
Importantes estudiosos afirmam que “Maria Madalena de Pazzi, ao lado de Angela de Foligno e Catarina de Sena, é, entre as italianas, a escritora espiritual mais conhecida”1. Muitas testemunhas respeitadas do catolicismo estimaram seu testemunho e sua palavra. Veneráveis como Diomira do Verbo Encarnado (Margherita Allegri, 1651-1677), das Irmãs Estabelecidas na Caridade (Filipinas de Florença), beatos como Ippolito Galantini (†1619) ou santos como Afonso Maria de Ligório (1696-1787)2 e Teresa de Lisieux (1873-1897)3, alimentaram uma significativa veneração pela mística de Florença.
Paulo VI gostava de reler suas obras, enquanto padre Divo Barsotti, em sua última visita às monjas de Careggi, não teve medo de declarar, com intensos traços autobiográficos: “Santa Maria Madalena vive sua missão de amor por nós. [...] Por isso, eu gostaria de pôr a mim mesmo e a toda a comunidade de São Sérgio nas mãos de Santa Maria Madalena. [...] Ela foi a amiga, o auxílio, a luz do meu caminho. Nós lhe agradecemos muito por isso. Eu jamais poderia pensar que nos pudesse ser dada nesta vida uma experiência tão viva e profunda, tão especialmente divina”4. Infelizmente, uma devoção pouco esclarecida e cultores imprudentes de seu testemunho divulgaram por meio de textos e imagens uma visão barroca da santa (em outras palavras, uma interpretação particular daquilo que ela viveu, mais inclinada a ver apenas os fatos extraordinários), não dando atenção a suas palavras. Essas palavras, fortes e incisivas, são capazes de imprimir-se a fogo em seus ouvintes, exigindo uma renovação eclesial urgente. Talvez por isso, os textos autênticos da carmelita são lidos por poucos, mesmo neste centenário. Com todos os riscos que podemos intuir.
Entre os santos cristãos, existem modelos diferentes de santidade. Geralmente são mais “fáceis” e mais compreendidas as missões caracterizadas pelo serviço de caridade e pela misericórdia. É mais complicada a acolhida de dons proféticos, caracterizados não tanto “pelo anúncio do futuro” quanto por um autêntico magistério espiritual, vivido na escuta da Palavra e autenticado pela coerência da vida.

Uma vida escondida
A biografia de Santa Maria Madalena é caracterizada por poucos eventos. Numa das famílias de maior destaque da nobreza florentina, Caterina nasceu em 2 de abril de 1566, segunda filha de Maria Buondelmonti e Camillo di Geri de’ Pazzi. Em dois períodos (de 1574 a 1578 e de 1580 a 1581), foi educanda em San Giovannino pelas Cavaleiras de Malta. Talvez ainda jovem demais, optou por se tornar monja carmelita, entrando em Santa Maria dos Anjos aos dezesseis anos (27 de novembro de 1582), bem pouco tempo depois do final do Concílio de Trento (1545-1563).
Os primeiros cinco anos de vida monástica são os mais conhecidos da biografia de Santa Maria Madalena. “Transes”, “raptos”, dramatizações de episódios evangélicos se misturam com a vida ordinária da jovem carmelita. Na realidade, sob essas etiquetas se reúne uma variedade de fenômenos bastante diversificados, baseados na meditação orante sobre a Palavra. No grande carmelo de Santa Maria dos Anjos (o mais antigo da ordem), com quase oitenta monjas no período em que viveu Madalena, várias delas tinham um elevado perfil espiritual, desde a madre Evangelista del Giocondo até Pacifica del Tovaglia, amiga e uma das principais “secretárias” da santa.
Por cerca de vinte anos, ela viveu ocupada silenciosamente com essa mistura de oração e trabalho que é própria da vida monástica. Depois de ter sido responsável pela acolhida das jovens que vinham para o alojamento de forasteiras (1586-1589), ela esteve ligada, de várias maneiras, à formação das jovens a partir de 1589, até se tornar subprioresa a partir de 1604. Adoecendo, passou os três últimos anos de sua vida por sofrimentos do corpo e do espírito, falecendo em 25 de maio de 1607, aos quarenta e um anos.
<I>Santa Maria Madalena de Pazzi, mulher que o Espírito habita</I>, ícone de irmã Benedetta Tenore, coleção particular
Santa Maria Madalena de Pazzi, mulher que o Espírito habita, ícone de irmã Benedetta Tenore, coleção particular
“Se Deus é comunicativo”
O carmelo de Santa Maria dos Anjos esteve ligado por vários anos aos círculos femininos de Savonarola. Nele, circulavam havia tempo testemunhos e fontes manuscritas sobre mulheres célebres e estimadas, como as dominicanas Santa Catarina de Ricci de Prato (1522-1590) e a beata Maria Bartoloméia de Bagnesi (1514-1577), cujo corpo é venerado ainda hoje no carmelo florentino. Seu confessor passou a ser, a partir de 1563, o próprio governador do mosteiro.
Mencionamos o destaque que era dado pela santa à Escritura. Uma testemunha dizia durante o processo canônico: “Eu me lembro, em particular, de que todos os sábados, tomando o livro dos evangelhos, ela pegava dois ou três pontos do evangelho do domingo seguinte, a sua escolha, e meditava sobre eles a semana inteira, gastando cerca de duas horas pela manhã e uma, à noite, nessa meditação” (Sum 57). Dessa familiaridade, que amadureceu em ambientes franciscanos e dominicanos, brotou sua pessoal compreensão de Deus como Deus comunicativo.
A efusão superabundante do Espírito, acolhida particularmente no Pentecostes de 1585, conduziu a jovem carmelita pelos caminhos austeros de um deserto constituído pelo esforço da criatura e da Igreja para dar espaço a essa graça e pela necessidade de crescer no consciência da misericórdia de um Deus que é “Pai apaixonado”, Verbo doador de um “beijo de pai” e Espírito, fogo transformador5. Seguramente, fugindo de um sentimentalismo excessivo, que seus devotos absolutizaram sem querer, é o espaço central dado à Trindade na vida espiritual e eclesial o maior dom que a santa pode oferecer ao nosso tempo.
Assim, do encontro com o Deus comunhão, Santa Maria Madalena foi enriquecida não apenas de uma alegria profunda, mas também de uma gradual tomada de consciência da maneira inadequada como muitos homens e mulheres, mesmo externamente cristãos e às vezes, o que é pior, religiosos e padres, correspondem à oferta do Filho e de seu Espírito. Amar a Cristo, para Santa Maria Madalena, não significava deter-se apenas afetivamente na consideração de suas chagas físicas, mas amadurecer um amor apaixonado pelo corpo ferido e dilacerado de Cristo que é a Igreja. Acolher a Cristo significou para ela, por exemplo, abrir os olhos para a decepção de suas expectativas, ao deparar-se com uma vida religiosa pobre em relações fraternas, mesmo sendo rica em rituais.
Amar a Cristo e a sua Igreja, apesar da mediocridade – como ela dizia, da “maldita tibieza” – de tantos batizados e “christi” (sacerdotes), foi certamente para ela “Inferno e Paraíso ao mesmo tempo”. E podemos compreender, então, como somente o dom do Espírito a “obrigou”, como a Santa Catarina e a Savonarola, a uma obra estimada, mas efetivamente não ouvida, de “renovatione da Igreja”.
Apesar disso, por meio de encontros interpessoais, mas também de cartas ditadas (mas nem sempre enviadas) até mesmo ao Papa e aos cardeais, ela respondeu de sua parte à missão que recebeu, chamando a atenção de todos para uma vida pessoal e eclesial baseada na nudez do Evangelho.
O manuscrito original da carta sobre a “Renovatione da Igreja”, de Santa Maria Madalena de Pazzi, endereçada a Sixto V, mas nunca enviada; Arquivo de Santa Maria dos Anjos. Abaixo, <I>Santa Maria Madalena de Pazzi, mulher que o Espírito habita</I>
O manuscrito original da carta sobre a “Renovatione da Igreja”, de Santa Maria Madalena de Pazzi, endereçada a Sixto V, mas nunca enviada; Arquivo de Santa Maria dos Anjos. Abaixo, Santa Maria Madalena de Pazzi, mulher que o Espírito habita
“Para ser esposa e não serva”
A mística de Santa Maria Madalena, na escola de Catarina de Sena, é uma mística eclesial que chama à conversão todo o povo de Deus, não para “repreendê-lo”, como afirmam alguns, mas para que, diante do Espírito que bate à porta, alguém “se abra a esse dom”.
É bonito o testemunho (cujo original foi encontrado) dado pela prioresa Evangelista, em 1º de maio de 1595: “Eu, irmã Evangelista, para a glória do Pai eterno, me lembro de como irmã Maria Madalena, neste dia primeiro de maio de 1595, prometeu a Deus querer ser sua esposa e não serva para maior glória Sua, e de como, para que se compadecesse dela e mais a ajudasse com seus dons, prometeu caminhar nua com seu Deus e ouvir apenas sua voz e a daqueles que ocupam seu lugar, e, quando tivesse dúvidas de alguma coisa, querer tomar conselho antes do Cristo nu e da alma mais nua que seus olhos e os de seus superiores divisassem”6.
Se dermos crédito aos textos, e não aos comentários, parece que o coração da experiência de Santa Maria Madalena não estava no sofrimento (que ela também viveu, gerado pelos problemas de saúde e por uma ascese pouco equilibrada), mas consistia no aprofundamento teologal de uma aliança esponsal com o Senhor, rica num “amor puro”, que ela gostava de chamar “morto”, num amor de esposa . Foi desse amor pascal, que lança raízes no sangue divinizante da Eucaristia, graças aos sopro do Espírito, que ela viveu. Foi dessa acolhida que brotou sua frágil palavra de mulher, repleta da força do Evangelho. Seu corpo incorrupto, venerado no carmelo florentino de Santa Maria dos Anjos, e guardado ainda hoje pela presença orante de suas irmãs, é um humilde testemunho de tudo isso.
Santa Maria Madalena é um tesouro escondido a ser redescoberto, pela Igreja florentina e pela Igreja universal. Padre Barsotti esperava que ela um dia fosse reconhecida doutora da Igreja. Os muitos peregrinos, vindos de diversos continentes, por caminhos quase impensáveis, para “encontrá-la”, dirigindo-se a seu corpo, nos fazem refletir sobre a necessidade de que sua voz seja ouvida e sua missão posta em prática.


Notas
1 Pozzi, G., Leonardi, C. Scrittrici mistiche italiane. Gênova, Marietti, 1988, p. 419.
2 Cf. Santo Afonso M. de Ligório. La vera sposa di Gesù Cristo. Frigento, Casa Mariana, 1991, pp. 23.25.29. 39.157ss.
3 Cf. Teresinha do Menino Jesus. Opere complete di santa Teresa di Gesù Bambino e del Volto Santo. Scritti e ultime parole. Roma, Libreria Editrice Vaticana, ed. OCD, ms. A, 183.
4 Barsotti, D. Riflessioni (12 de julho de 2005), transcrição. Careggi, 2005.
5 Vasciaveo, C. Danzare al passo di Dio. Santa Maria Maddalena di Firenze. Siena, Cantagalli, 2006. “‘...in noi una fonte di acqua viva’. Mistica e profecia in santa Maria Maddalena di Firenze”. In: Horeb, 46 (2007), nº 1.
6 Promessa (1º de maio de 1595). In: Miscellanea Santa Maria Maddalena. Arquivo de Santa Maria dos Anjos, 1.4.IA.2.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

LIVROS E ARTIGOS DE MISTICA ESPECULATIVA


C'è mistica e mistica. Una certa idea del misticismo (parola che non mi piace in modo particolare) secondo la quale elementi fondamentali sarebbero il sentimentalismo, le estasi, fenomeni più o meno paranormali, rivelazioni divine in forma privata, ecc., non mi interessa.
Mi convince di più invece - e trovo massimamente stimolante - quella che è stata chiamata 'mistica speculativa'. In questo senso mi sembra molto interessante anche la grande tradizione ascetica cristiano-orientale.



TESTI


Prediche di Meister Eckhart (in italiano):



Beati pauperes spiritu, quia ipsorum est regnum coelorum Nolite timere eos qui corpus occidunt, animam autem occidere non possuntGott hat die ArmenAlle gleichen DingeScitote, quia prope est regnum deiEcce mitto angelum meumIn omnibus requiem quaesiviBeatus venter, qui te portavit, et ubera, quae suxisti (estratto)Mortuus erat et revixit, perierat et inventus estImpletum est tempus ElizabethQui audit meHomo quidam nobilisAve, gratia plenaSant Paulus sprichet: intuot iu inniget iu KristumPraedica verbumDum medium silentium tenerent omniaIn hoc apparuit caritas dei in nobisIusti vivent in aeternumIn diebus suis placuit deo et inventus est iustusDell'uomo nobile (Trattato)
Il libro della consolazione divina (Trattato)
Sermoni tedeschi (Meister Eckhart)



























































STRUMENTI






Rassegna Swif su Marco Vannini
Conversazione con Marco Vannini (di Doriano Fasoli)
L'universalismo mistico di Simone Weil (Marco Vannini)

Mistica cristiana e filosofia dopo Hegel (Marco Vannini)
Escatologia e/o mistica (Marco Vannini)
Filosofia e ascesi in Eckhart (Marco Vannini)
Dall'Illuminismo alla mistica (Marco Vannini)
Sulla mistica e il femminile (Marco Vannini)
La dimensione 'mistica' della filosofia del XX secolo (Marco Vannini)Il Cristo di Paolo e il mondo greco (Marco Vannini)
L'insegnamento del Maestro Eckhart dal punto di vista della 'filosofia mistico-speculativa' (Josef Bradáč)
La mistica speculativa di Meister Eckhart (Alberto Gerosa)
«Und daz Ein machet uns saelich» - Unità e unione in Meister Eckhart (Werner Beierwaltes)



Un rogo, una luce: Lo Specchio delle anime semplici di Margherita Porete (Giovanna Fozzer)
Margherita Porete: morire sul rogo per aver scritto un libro (Iceblues)
Il "Lontanovicino" - Analisi di un'endiadi paradossale all'interno della tradizione mistica occidentale (Tesi su Margherita Porete di Osvaldo Barghi)

Alcuni insegnamenti di Santa Teresa d'Avila di Franco Michelini TocciGiovanni della Croce e la notte oscura dell'anima di Franco Michelini Tocci
Un maestro cristiano quietista (François Malaval) di Franco Michelini Tocci
Il misticismo di Buber (Franco Michelini Tocci)
Suggerimenti per la pratica dai mistici tedeschi (Franco Michelini Tocci) - da http://digilander.libero.it/Ameco
Metodi cristiani di preghiera. Parte 1 (Franco Michelini Tocci)- da http://digilander.libero.it/Ameco
Metodi cristiani di preghiera. Parte 2 (Franco Michelini Tocci)- da http://digilander.libero.it/Ameco)

Alcuni aspetti della meditazione cristianaLettera ai Vescovi della Chiesa Cattolica su alcuni aspetti della meditazione cristiana (Pietro Cantoni)IntraText - Bibliotheca Alphonsiana IntraTextDizionario di mistica (L. Borriello - E. Caruana - M.R. Del Genio - N. Suffi)
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