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segunda-feira, 16 de março de 2020

don Divo Barsotti "Ascolta o figlio" , La ricchezza del prologo della Regola di San Benedetto

 

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Tratto dal libro di don Divo Barsotti "Ascolta o figlio" - Ed. Fondazione Divo Barsotti

La ricchezza del prologo della Regola di San Benedetto

«Ascolta, o figlio, i precetti del Maestro e inchina l’orecchio del tuo cuore e accogli volentieri gli ammonimenti del tuo padre amoroso e con ogni potere li adempi; affinché tu ritorni per fatica di obbedienza a Colui dal quale ti eri allontanato per l’accidia della disobbedienza».
Le espressioni nel Prologo della Regola che vogliono definire la vita spirituale sono diverse, ma tutte hanno questo in comune: il senso di un rapporto. La vita spirituale è una scuola, e il rapporto è fra il discepolo e il maestro; è una famiglia, e il rapporto è del figlio col padre; è un combattimento, e il rapporto è del soldato che obbedisce al suo generale; è un lavoro, e allora il rapporto è dell’operaio con l’imprenditore, col suo padrone. Sempre comunque la vita spirituale è un rapporto. La vita spirituale è dunque essenzialmente un rapporto. Se ti chiudi in te stesso e rifiuti l’amore, non vale la virtù, la grandezza della virtù misura, anzi, il grado stesso della tua perversione, dice la tua lontananza da Dio.
Ecco perché San Benedetto prima di tutto insiste su questo insegnamento. Vivere vuol dire precisamente stabilire un rapporto con Dio, e approfondirlo ogni giorno, ogni giorno farlo più intimo e vivo.
Il rapporto dell’anima col Signore si farà più intimo attraverso il progresso della preghiera e l’esercizio dell’obbedienza. Ogni rapporto con le cose, con gli uomini che determina il nostro vivere umano, deve sfociare in un rapporto con Dio in tal modo che ogni nostro atto sia atto di obbedienza alla volontà paterna. Così mangiando o bevendo (come dice S. Paolo) l’uomo non deve sottrarsi al suo rapporto col Padre, ma deve vivere nell’umile obbedienza il suo rapporto con lui e far di tutta la vita l’adempimento di una sua volontà. leggere...

Dom Divo Barsotti, sentir uma presença divina que realmente enche todas as coisas , é neste caminho através de todas as coisas que a alma pode viver uma contemplação de Deus.

 

terça-feira, 19 de março de 2019


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Aqui, o Cântico de São Sérgio chama-nos a alcançar,  a ver,  a sentir uma presença divina que realmente enche todas as coisas , é neste caminho através de todas as coisas que a alma pode viver uma contemplação de Deus.

Esta é nossa vocação. Você vê, hoje o Senhor não faz contemplativos   nos mosteiros! Sim, alguns contemplativos também surgen de trapistas e carmelitas, mas por engano. Os verdadeiros contemplativos nascem no mundo de hoje. Eles saem para o mundo como cogumelos. Pense: um banqueiro e deputado como Jérome Jaeger, uma dona de casa, um servo, como Gemma Galgani, Elizabeth de Leseur [Elizabeth (Elisabeth) Arrighi, francês (1866-1914), casada com Félix Leseur; mulher forte e espiritual, após a morte  dela ,através de seus escritos  o marido ateu converteu-se e tornou-se um Dominicano com o nome de Frei Maria   Alberto e depois sacerdote], que  devia educar seus jovens irmãos dela, Lúcia Mangano [Ursulinas, 1896- 1946; declarada Venerável em 1994], a Piccaretta de Bari ...

Os Contemplativos hoje estão no mundo, e com razão, porque se os contemplativos estão vivendo em contacto com o mundo,  aqueles que vivem no mundo vai aperceber-se disso, enquanto o mundo não  vai notar a presença dos contemplativos, se estes  estão, no Carmelo! O mundo diz: "Deixe-os  lá estar  , eles escolheram ir para lá e nós fazemos a nossa vida". E esta vida dos homens tão cansados, tão   subjugados pelo fervor das obras,  ficaria totalmente ausente de Deus.

Esta parece-me ser a nossa função, chamar os homens de volta a esta presença, porque esta presença de Deus verdadeiramente preenche todas as coisas. Não  é apenas no Carmelo   que é possível esta vida de comunhão com Deus; a vida em família, a vida em casa, a vida dos professores, nossa vida comum, simples e quotidiana, devem ser uma vida divina, porque nada nos afasta de Deus, excepto a nossa  falta de fé,  o nosso pequeno amor. Ah, se, como todas as coisas, eu sou um sacramento da graça para a sua alma, então você se tornou um sacramento da graça para toda  a alma que vem até você!

Você vê, os homens precisam entrar na igreja para se aproximar de Deus, para adorar o Santíssimo Sacramento; mas se você for esses contemplativos, se viver esta vida de união com Deus, você levará o Senhor para uma caminhada. Já que os homens não entram mais na igreja, você os obriga a entrar em comunhão com Deus pelo simples fato de você ir ao mercado. Nas escolas, nas ruas, nas férias, onde quer que você vá, existe o Senhor. Você o encontra de todos os lados, mas os outros também são obrigados a encontrar-se com Ele, se você, vivendo nesta comunhão, for transformado em um sacramento divino.

Don Divo Barsotti, de uma meditação sobre o Cântico di São Sérgio

Dom Divo Barsotti...Devemos deixar que Deus jogue, é isso que a vida de São José nos ensina

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Feliz festa de São José, patrono da Igreja e dos Consagrados

Vamos dar a Deus
"Devemos deixar que Deus jogue, é isso que a vida de São José nos ensina: devemos deixar Deus jogar connosco,abando-nos de volta a Ele. Confiemos em Deus, deixemo-nos levar por Ele com simplicidade ,amor, com perfeito abandono, serenamente.
Nós não ficamos chateados com tudo o que acontece.
Penso na situação do mundo e da Igreja: quanto mais sérias são as situações em que nos encontramos, maior pode ser a ação divina, porque, certamente, nessas situações, a fé do homem que se abandona e espera é mais pura.
Por esta razão, devemos esperar.
É lamentável  aqueles que viveram em tempos de
paz, serenidade, quando tudo estava bem,  então eles poderiam ter menos fé do que nós.
Pense na nossa sorte!
Vivendo em tempos tão calamitosos, em tempos tão sombrios, em tempos tão sombrios, nada podemos senão fechar os olhos e nos lançar nas mãos de Deus.
Devemos confiar no Senhor, ter uma fé absoluta em Deus que nos conduz por um caminho de trevas, mas que flui para a luz de sua presença, para a manifestação de seu poder divino.
E é maravilhoso: às vezes, esse fluxo para a luz ocorre apenas no momento da morte, como certamente aconteceu com José, porque esse pobre homem viveu toda a sua vida nessa fé e não viu nada. Ele teve que crer ao máximo, e o Senhor nunca saiu do seu silêncio, mas ele viveu sua fé até ao último dia e só fechando os olhos para a luz do mundo, ele os abriu para a revelação daquele mistério que havia sido realizado. também através dele, porque,
por meio dele, o Cristo, o Filho de Deus, havia entrado no mundo.
Meus queridos irmãos, a grandeza de José!
Desta fé absoluta em um Deus que, sim, trabalhou através dele e realizou seu trabalho através dele, mas de uma maneira tão desconcertante para os homens, de uma forma que foi além de toda a previsão humana.
E, no entanto,José  permaneceu calmo, sereno, não se deixou perturbar. Ele continuou sua jornada trabalhando todos os dias sem ver nada. Talvez ele nem tenha visto o primeiro milagre de Jesus, talvez ele já estivesse morto
quando Jesus começou a vida pública.
Ele viveu sob o mesmo tecto que o Filho de Deus, sem jamais aparecer para ele nem mesmo um vislumbre, humanamente falando, daquele evento que, logo abaixo de seu tecto, foi realizado dia após dia.
Viva assim! Além disso, nós também vivemos assim, mais ou menos, porque também em nós o Senhor está presente, também através de nós o Senhor quer trabalhar. Fé, fé humilde em Deus, é o que a festa de hoje nos diz. "


Don Divo Barsotti

sábado, 14 de março de 2020

Divo Barsotti Venezia 1986 Prima meditazione

LASCIAMOCI AMARE DA DIO Don Divo Barsotti

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DON DIVO BARSOTTI - ma tu ti lascia amare??



Sentiamoci amati perché lo siamo realmente e lasciamoci amare
Tutti chiediamo l'amore, tutti vogliamo essere amati; e perché noi respingiamo l'amore che Dio ha per noi? E perché non vogliamo credere a questo amore infinito? Quali ostacoli abbiamo in noi per non accettare di essere amati 

Sì,miei cari fratelli, perché noi non crediamo alla gratuità dell'amore, noi crediamo che Dio ci ami per quello che siamo e se Dio dovesse amarci per quello che siamo, non ci amerebbe mai, ma Egli ci ama per quello che Egli è, ed Egli è infinito. Non per quello che siamo, ma per quello che Egli è.


"Fede! abbiate fede! Dio è medico e medicina" san Leopoldo Mandic
LASCIAMOCI AMARE DA DIO
Don Divo Barsotti
Quello che noi dobbiamo fare quello che Egli si aspetta da noi è che noi veramente ci apriamo ad accogliere il suo amore incarnato che solo può travolgere tutti i nostri ostacoli, solo può dilatare la nostra anima nella misura della sua carità, che solo può trasformare la nostra anima e farla esempio vivente di Dio.
Ecco la consegna che io vi do stamani.

 Miei cari fratelli, lasciamoci amare da Dio!
Sentiamoci amati perché lo siamo realmente e lasciamoci amare. Tutti chiediamo l'amore, tutti vogliamo essere amati; e perché noi respingiamo l'amore che Dio ha per noi?
 E perché non vogliamo credere a questo amore infinito? Quali ostacoli abbiamo in noi per non accettare di essere amati ? 

Sì,miei cari fratelli, perché noi non crediamo alla gratuità dell'amore, noi crediamo che Dio ci ami per quello che siamo e se Dio dovesse amarci per quello che siamo, non ci amerebbe mai, ma Egli ci ama per quello che Egli è, ed Egli è infinito. Non per quello che siamo, ma per quello che Egli è.
Lasciamoci amare da Dio! Egli nell'amore suo ci trasformerà e ci farà veramente amare, anche noi, come da Lui siamo amati. Ecco, con queste parole che possono iniziare il nostro pellegrinaggio, iniziamo anche la Liturgia del Sacrificio, offrendoci al Signore perché Egli ci prenda e ci trasformi come avviene del pane e del vino che rappresentano il nostro lavoro e noi stessi

Mettiamoci anche noi sulla patena, mettiamo la nostra vita, mettiamo l'essere nostro, mettiamo il nostro passato, mettiamo il nostro avvenire. 

Le parole della Consacrazione trasformino anche noi nel Cristo, come si trasforma il pane e il vino nel Corpo e nel Sangue di Cristo.
(Introduzione alla S. Messa nella Cappella di S. Leopoldo Mandic Padova 09/07/1984 )

sábado, 7 de março de 2020

Don Divo Barsotti. «Quella che nel mondo pagano era la cosa più terribile, è diventata la più bella: la morte»

Don Divo Barsotti (dal minuto 2:24 a 4:55)

«La verità deve essere detta tutta, non si può negare l'inferno, c'è un dogma… il non dire certe cose, il non affermarle, il metterle da parte, è già mentire…» 
«Se si toglie la dimensione escatologica al cristianesimo, il cristianesimo diventa una menzogna: noi illudiamo il mondo, inganniamo gli uomini, non possiamo dare agli uomini né la pace, né la giustizia, né la vita…» 
«Ci si limita a parlare soltanto di sociale, di venire incontro agli uomini, di promozione umana, degli infermi, dei malati, di quello che volete: non è questo soltanto il cristianesimo, è anche questo, ma non è tutto il cristianesimo. Dov'è il primato di Dio?...» 
«Questa vita ha un valore e un senso solo se è una preparazione, solo se è un cammino che ci porta al di là…» 
«Che cosa può succedere che mi tolga questa gioia di sentirmi amato da un Dio, da un Dio che è eterno? Perché l'amore degli altri, sì, è una cosa bella, però finisco io e finiscono loro… l'amore di Dio, invece, che è eterno, fa eterno anche me…» 
«Lo Spirito Santo deve portarvi come il vento le foglie di autunno: siete una foglia che non è più attaccata al ramo, ma si lascia portare dal vento. Questo deve essere il cristiano: sei legato ancor? Se sei legato non puoi correre, non puoi volare…» 
«Quella che nel mondo pagano era la cosa più terribile, è divenuta la cosa più bella: la morte è la cosa più bella che possa esistere, perché è attraverso la morte che si giunge alla vera vita. Io non posso accettare di vivere così: pensi tu di poterlo accettare, di vivere 700 anni… e chi ti porta poi nella carrozzina? Ci sembra che sia realtà questa e ci fidiamo di questa, ci leghiamo a questa tanto che abbiamo paura della morte. La morte non aggiunge nulla a noi, fa cadere il velo. Questa vita non è la nostra vita e dobbiamo capirlo che tutta la nostra vita tende alla morte non come a una fine, ma come al compimento. È bellissima la vecchiaia non vengano a dirmi che non è bella, è la cosa più bella di tutte perché siamo più vicini al traguardo…»

quinta-feira, 5 de março de 2020

Don Divo Barsotti: Il Sacramento del momento presente

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Don Divo Barsotti: Il Sacramento del momento presente

IL SACRAMENTO DEL MOMENTO PRESENTE

Don Divo, Dal libro “La via del ritorno” (capitolo “la Parola di Dio)

“Nulla è più indifferente all'uomo: la pioggia che cade è il dono che il Signore ti fa, il sole sorge oggi per te, per te fino dall' eternità Egli ha preparato la fragile bellezza del fiore che cogli. Oh! era giusto quello che faceva andare in estasi S. Maria Maddalena de' Pazzi quando aspirando il profumo di un fiore esclamava: «Fino dall' eternità il Signore ha pensato a quest'ora, quando io avrei ricevuto questo fiore dalle sue mani per aspirarne il profumo».

Sì, l'uomo, qualunque cosa faccia, dovunque egli viva, si trova davanti al volto di Dio. Sta a lui scoprirlo e ascoltare attraverso ogni cosa la parola di Dio. Egli è qui, Egli si rivolge a me, mi dice il suo amore, mi manifesta la sua volontà, mi annuncia le sue promesse, si rivolge a me per donarmi il suo amore.
Non soltanto ogni cosa ci parla di Dio, dice Dio, ma attraverso ogni cosa è Lui stesso che parla. Non soltanto la creazione ha come un riflesso della bellezza divina. Ogni cosa è veramente lo strumento di un'azione personale di Dio verso di te, il mezzo onde Egli si comunica personalmente.

Dio ha un volto ed è Padre. Si rivolge a te per comandarti, ti invita a sé, ti guida, ti minaccia, ti dice il suo amore. Tu sei davanti a Dio, come nel cielo. Ora tu lo vedi attraverso dei segni, domani faccia a faccia, ma Lui solo in definitiva è davanti a te, non le cose, non gli uomini. Gli uomini, le cose, tutto è occasione onde l'anima viva questo rapporto, e la vita di fatto tutta si raccoglie e si riassume e tutto termina in questa comunione dell'anima con Lui. 
Non un Dio che è l'immenso, l'infinito, di cui poteva parlare Leopardi, ma un Dio che è Padre, un Dio che ha un nome e un volto; che è una persona, e si rivela al tuo cuore e vuole stringere un patto con te: si chiama Gesù. Non una pura rivelazione di bellezza. Sì, la creazione rivela anche la bellezza di Dio. Più ancora Egli ti parla attraverso la creazione medesima e stringe con te un'alleanza, sicché, anche attraverso la visione dell' alba, il rompere del vento e l'odore della terra è veramente una comunione personale con Dio quella cui il Signore ti chiama.
Quando si dispiega davanti a te la meraviglia delle cose, quando ascolti il passare del vento, odi il rotolare del tuono, vedi il balenare dei fulmini, ne intravedi la veste.

E Dio stringe con te un' alleanza, vive questa sua alleanza con te; un' alleanza che si esprime precisamente ora in una minaccia, ora in un invito carezzevole, ora in un dono di tenerezza, ora in un castigo; ma è Dio, sempre Dio, Dio solo che vive con l'uomo. In ogni istante Dio esce dalla sua solitudine per venire incontro a te e in ogni istante lo incontri; tutta la vita non è che questo rinnovarsi di un incontro con Lui.

Tu sei chiamato a un appuntamento sempre nuovo: te lo dona in chiesa, al mercato, su in cima ai monti e sulla spiaggia del mare; te lo dona in mezzo agli uomini, nella tua solitudine: in ogni luogo è sempre Lui che ti chiama ed è Lui ugualmente che attende.

O il sacramento del momento presente! Che ogni momento sia per te il momento di un incontro divino, sia per te il momento che realizza una tua comunione con Dio.

Dio ti parla. È certo che questa parola non è ancora il silenzio di una vita mistica pura, di una vita cristiana perfetta. Allora la parola di Dio è il silenzio. Tu avrai oltrepassato le cose e il tempo e te medesimo e in Lui sempre sarai come sommerso. Tu non vivrai più allora nell'economia del segno, ma nella verità oltre ogni segno. Dio ti parlerà «05 ad 05» (lI ep.) 12) come dice S. Giovanni, e tu vivrai nel silenzio. Segno è la parola dell'uomo e segno è il profumo del fiore e la bellezza del cielo, ma allora Dio non ti parlerà attraverso dei segni e tu affonderai nella tenebra, affonderai in un silenzio puro, incontaminato, Immenso.
Allora sarà così: ma oggi l'anima deve imparare ad ascoltare Dio attraverso le cose, a vedere Dio attraverso ogni segno! Ogni cosa lo nasconde ma anche lo rivela. Devi ascoltarlo attraverso gli avvenimenti della vita, attraverso ogni creatura dell'universo. La creazione e la storia sono il mezzo più ordinario di una comunione con Dio, perché più universale. 

È vero che la comunione con Dio si realizza nel modo più intimo e perfetto nel sacramento eucaristico, ma più universale è questa comunione che l'uomo può vivere con Dio attraverso tutte le cose, attraverso gli avvenimenti tutti della giornata! È una comunione continua, ininterrotta, quella che vivi, una comunione universale ed è propria di ogni uomo, dovunque egli viva.”

Don Divo Barsotti